perversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversaperversa
"Fui ao apartamento dele e começámos a ver um filme. Pôs o braço à minha volta e ficámos assim, calados, durante algum tempo. Era íntimo e inocente ao mesmo tempo. A determinada altura, mexeu a mão e roçou no meu seio. Foi um toque tão ligeiro que pensei que fosse acidental. Não foi. Mexeu o polegar contra o meu peito. Suavemente. Para que soubesse que estava confortável, inclinei-me um pouco mais para ele. Percebeu a dica e passou a tocar-me deliberadamente. Lentamente.
[Fez uma pausa, contraiu os músculos da cona e sorriu. Só para me fazer sofrer...]
Percorreu-me o corpo, para cima e para baixo. Das mamas até às coxas. Às vezes, deslizando os dedos sob a minha camisa. Fazia-o dolorosamente devagar. Queria que me tocasse em todo o lado. Beijei-lhe o pescoço. Gemi, a implorar por mais. Via perfeitamente como estava duro dentro das calças. Eu estava cada vez mais molhada. Não aguentei mais. Tirei a camisa e sentei-me ao colo dele. Beijei-o. Ele enfiou as mãos nas minhas calças e agarrou-me o rabo. Empurrei as ancas contra as dele, para sentir o caralho teso através das nossas roupas.
[Bamboleou o corpo como se fosse uma cascavel com o cio. Estava com o pau tão grande que acho que lhe fazia cócegas no diafragma]
