A Mary, americana a estudar em Lisboa, só consegue falar com clichés. Mas não sabe que isso me deixa pior-que-estragado. Não sabe porque não lhe digo. Podia estragar tudo. E o que nós temos é tão bonito que não pode ser corrompido pela verdade. Digam lá se não é uma beleza: ela tem cona tão sôfrega, põe-me o pau com tal envergadura, que a deixo de pernas para o ar sempre que ali molho o pincel. Fica possessa da pachacha. Esta ianque tem espasmos tais que quase me esmaga o saco. Não posso amuar com frases como esta: "You're not one in a million, you're a million in one." É nesse momento que faço a minha poker face e apresento o meu big dick. Já em casa, ao recordar a coisa, vem-me um ligeiro sabor a bílis à boca.



